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TSUNAMI

Uma refugiada, sem lugar, sem destino, uma sobrevivente. Alguém que carrega, mesmo ao fim de tudo, uma ancestralidade e afetos. Uma personagem abraçada ao silêncio, revirando as memórias do próprio corpo, imersa ou submersa na delicadeza da própria existência. Há solidão e há encontro na solidão. Uma fábula sobre reinvenções. Em cena, a atriz Ana Flávia Garcia. Direção e dramaturgia, Jonathan Andrade. Duração: 60 minutos